segunda-feira, 14 de maio de 2012

FSC entenda o que é e quais são as vantagens

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FSC entenda o que é
e quais são as vantagens

A Secretária Executiva da organização explica todo o processo



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O FSC (Forest Stewardship Council – Conselho de Manejo Florestal) é uma organização independente, não governamental, sem fins lucrativos, criada no início da década de 90 com o intuito de contribuir para a promoção do manejo florestal responsável ao redor do mundo. O FSC tem sede em Bonn, na Alemanha, e está presente em mais de 70 países.

As discussões a respeito da criação do FSC Brasil iniciaram-se em 1996, porém a iniciativa nacional formalizou-se em 2001 através do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal. Hoje, o escritório do FSC Brasil localiza-se em São Paulo. Fabíola Zerbini, secretária executiva do FSC Brasil, explica as vantagens da certificação
Por que é interessante obter esta certificação?
O conceito da certificação florestal surgiu em resposta à preocupação em relação às florestas mundiais e consiste na valorização de produtos originados do


manejo responsável das florestas. O selo FSC é, assim, um a ferramenta de controle da produção florestal, que tem por objetivo orientar o consumidor em suas decisões de compra. Em suma, ele oferece um link confiável entre a produção e o consumo responsáveis de produtos florestais, permitindo que consumidores e empresas tomem decisões em prol das pessoas e do ambiente, entre outras vantagens listadas em nosso site.


São oito etapas para obtenção do certificado, em média isso demora quanto tempo?
São duas modalidades de certificação, manejo florestal e cadeia de custódia, e cada um tem um passo a passo e tempo próprio. Outros fatores como tamanho da operação florestal ou empresa, localização, bioma e etc também influenciam, podendo a certificação variar de dias a um mês. Para a certificação de manejo florestal, o passo a passo da certificação é: Contato inicial - a operação florestal entra em contato com a certificadora. Avaliação - Consiste em uma análise geral do manejo, da documentação e das operações de campo, com o objetivo de apontar não conformidades em relação às normas FSC. Nesta fase, devem ser realizadas consultas públicas.

Adequação - Após a avaliação, a operação florestal deve adequar-se às normas FSC. Certificação da operação - a operação florestal passa por uma auditoria e então recebe a certificação da certificadora. Nessa etapa, a certificadora deve elaborar e disponibilizar um resumo público para stakeholders. Monitoramento anual - Após a certificação, é realizado pelo menos um monitoramento da operação a cada ano. Já para Cadeia de Custódia, cujo objetivo é atestar a rastreabilidade da matéria-prima que sai da floresta (ou seja, os produtos que levam o selo de cadeia de custódia foram de fato produzidos a partir de matérias-primas florestais certificadas pela modalidade "manejo florestal"), apesar de as etapas serem as mesmas, os prazos são bem menores, pois a quantidade e qualidade de documentos e processos a serem c=verificados são bem menores.
Qualquer empresa pode tentar/ter o FSC?
O sistema de certificação FSC provê normas de garantia da marca e serviços de acreditação para empresas, organizações e comunidades interessadas no manejo florestal responsável. Ou seja, qualquer empreendimento ligado a operações de manejo florestal e/ou produtos florestais pode ser certificado, na modalidade de certificação cabível.
Tem custo este processo?
Sim, mas varia de certificadora para certificadora, da modalidade e tamanho da operação florestal ou organização que quer se certificar. Atualmente são 15 certificadoras que podem atuar no Brasil, sendo que a maioria delas pode ser conhecida no site: www.fsc.org.br
Em sua opinião o consumidor final esta atento em quais embalagens contem este certificado?
Acreditamos que sim, mas a certificação FSC é mais uma decisão da empresa responsável do que do consumidor final. Sabemos que o critério ambiental é cada vez mais decisivo no setor de embalagens, e a escolha por fontes responsáveis é parte inerente do processo. Neste sentido, as empresas de embalagens que tem como fonte primária recursos florestais, devem atentar para a origem e a qualidade ambiental da matéria prima de seu produto, tendo na certificação FSC uma garantia real, e já amplamente conhecida pelo público consumidor, de que critérios tanto sociais quanto ambientais estão sendo respeitados.
No Brasil, quantas empresas de embalagens possuem o FSC?
Não temos ao certo o número de empresas de emabalagens que possuem o selo, mas importantes representantes do setor de emabalagens cartonada e longa vida tem compromissos públicos com o FSC, como a empresa Klabin e a Tetra Pak. Sabemos que muitas outras são certificadas na modalidade cadeia de custódia, ou compram de fontes certificadas, sendo esta uma tendência cada vez mais sólida.

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Fonte: Revista Embalagem & Tecnologia
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Especialista ressalta que estratégias de marketing ambiental podem aumentar credibilidade, área de atuação e imagem, além de agregar valor à marca

O administrador de empresas Marcelo de Andrade, de 40 anos, queria mais do que abrir um restaurante. Unindo o sabor da massa artesanal com a preocupação com o meio ambiente, surgiu a Deliziosa Pasta Spressa, que utiliza embalagens ambientalmente corretas.

“Quando pensamos no negócio, pensamos nele como um todo, desde a satisfação do cliente até a responsabilidade que temos com o meio ambiente. Usamos potes, talheres, copos e sacolas biodegradáveis, a loja é toda revestida de madeira de demolição e juta da Amazônia e nossos uniformes são feitos com tecido ecológico. As entregas são feitas de bicicleta”, destaca o empresário.
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O restaurante também tem parceria com uma empresa de consultoria gastronômica, para realizar treinamentos com os funcionários da loja, com o objetivo de promover a conscientização na economia de água, luz e descartes de materiais, como os molhos.
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Há mais de um ano no mercado, Andrade garante que o cuidado com o meio ambiente faz quase tanto sucesso como o sabor das refeições. Ele acredita que essa é uma tendência que está crescendo, admite que mesmo que nem todos os clientes valorizem as práticas, o retorno é positivo porque ele e seus sócios estão plantando uma semente para um mundo melhor.

“Investir nestas soluções sai mais caro financeiramente para um negócio, mas colabora para a alta do lucro e a boa imagem das empresas. Além disso, há consumidores que preferem marcas preocupadas com a questão ambiental. Valem a pena também para o planeta e para a nossa consciência, pois sabemos que estamos fazendo a nossa parte”, conclui.

A visão de Andrade é confirmada por uma pesquisa do Sebrae, realizada no ano passado, para avaliar o nível de percepção dos empresários de micro e pequenas empresas sobre os temas sustentabilidade e meio ambiente. Foram entrevistados 3.058 empresários dos segmentos de micro e pequeno porte nos setores de comércio e serviços, indústria e construção civil e agronegócios. Os dados mostram que 72% dos empresários entrevistados atribuem alta importância à questão do meio ambiente e 79% acham que as empresas que adotam ações de conservação ambiental podem atrair mais clientes.

A coordenadora do projeto Meio Ambiente e Sustentabilidade nas Micro e Pequenas Empresas do Sebrae, Dolores Lustosa, afirma que essa é uma tendência mundial. Ela ressalta que ao empregar estratégias de marketing ambiental, a empresa pode aumentar sua credibilidade e legitimidade, definir sua personalidade, área de atuação e imagem, além de agregar valor à marca.
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“A empresa que valoriza sua relação com o meio ambiente e adota práticas ecológicas fortalece a sua imagem, seja ela por meio de sua marca ou de sua atuação perante a opinião pública, possibilitando uma percepção diferenciada no mercado. A preocupação com o meio ambiente tem um forte papel na manutenção dos clientes atuais e atração de novos consumidores”, explica Dolores, acrescentando que o marketing ambiental deve retratar os reais compromissos e a visão de responsabilidade que as empresas estabelecem com o meio ambiente.

Fidelização da marca

Maria Fernanda Thomaz, de 30, administradora de empresas com especialização no mercado de luxo, confirma que seus clientes apreciam o cuidado com o meio ambiente, ressaltando que eles sempre elogiam e promovem a marca através do boca a boca. A empresária é a representante da Première Pression Provence no Brasil, uma loja especializada em azeites franceses, que vão desde o tradicional até sabores de trufas brancas, manjericão, tangerina e pimenta.

“A missão da Première Pression Provence é divulgar o trabalho de pequenos produtores pelo mundo. Incentivamos que a tradição da produção e colheita seja mantida, preservando os valores e cuidando da terra. Então não podíamos fazer diferente em nossas lojas”, explica a empresária.

O azeite é comercializado em latas recicladas e recicláveis e os clientes que devolverem as latas vazias para a loja, recebem 10% de desconto na próxima compra. O material recolhido é encaminhado para uma cooperativa de reciclagem no Rio de Janeiro.

A empresa também utiliza colheres da degustação de azeite produzidas com papel 100% biodegradável, lâmpadas ecológicas, todos os móveis e decoração são feitos de madeira reciclada e certificada e as entregas no Rio são feitas de bicicleta. A preocupação também é importada da França, já que todo o trajeto interno entre os produtores e Paris é feito de trem.

“É uma forma de humanizar a marca e de nos aproximar dos valores dos nossos clientes, compartilhando um ideal. Sabemos que parar de consumir não é possível. O ideal é que as marcas saibam das suas responsabilidades com relação ao impacto na natureza. Apesar de ser um trabalho silencioso, de longo prazo, estamos contribuindo para que o futuro seja viável para todos nós, na Provence, ou pelo mundo”, aposta a empresária.

Ecologia na escola

A escola de idiomas Cultura Inglesa também aderiu à onda ecológica. As pastas brindes da instituição, que antes eram de plástico cristal, foram substituídas por ecobags. A Cultura ainda promove eventos, duas vezes por ano, de consciência ecológica. No ano passado as filiais de Niterói fizeram uma ação no Campo de São Bento onde as crianças tiveram a oportunidade de aprender a plantar sementes e algumas técnicas de jardinagem.

Segundo Maria Lucia Willemsens, diretora-superintendente da instituição, os alunos são convidados a participar de atividades criativas e educativas para a conscientização ecológica, além de conviver em um


ambiente ecologicamente responsável.

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“A escola utiliza lâmpadas que consomem menos energia e incentiva os alunos a usarem garrafas de plástico, os squeezes, para evitar o desperdício de água dos bebedouros e dos copos plásticos. O retorno é muito satisfatório, pois dessa forma teremos uma sociedade consciente das boas práticas de sustentabilidade. Para a empresa é a forma de construirmos credibilidade, já que a marca é reconhecida pela sua ética”.

Há dois anos, a instituição promove a coleta seletiva nas filiais, através de contêineres espalhados nos locais dos cursos que facilitam a separação do lixo. Ainda há espaço para que os alunos depositem pilhas e baterias usadas. Quando essas medidas foram introduzidas, houve uma aula introdutória sobre reciclagem e informações sobre a coleta seletiva. Maria Lucia ressalta que além dos alunos, os funcionários também são incentivados a participar das iniciativas ecológicas.

“É fundamental que a empresa conscientize os funcionários e colaboradores da importância desse engajamento, tanto nas dependências da empresa, como também nas suas casas. Sem a mobilização e o engajamento dos funcionários e parceiros não é possível praticar a responsabilidade ambiental”, afirma
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