quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Grupo abre guerra contra papel importado

Adanisco Paper e Parckaging Ltda
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Grupo abre guerra contra papel importado
Folha de São Paulo

Quatro fabricantes de papel-cartão, usado para embalagens, lançam ação para defesa do mercado de R$ 1,5 bi
Indústria quer envolver compradores de papel e forçar a adoção de um modelo de certificação usado pelas papeleiras
AGNALDO BRITO
DE SÃO PAULO
Quatro fabricantes de papel-cartão, produto que atende ao nicho do bilionário mercado de embalagens, vão abrir nas próximas semanas um novo front na guerra contra as importações. O alvo: defender o mercado de, pelo menos, R$ 1,5 bilhão.
A chamada "Aliança Papel-Cartão Sustentável" será uma iniciativa à parte das ações que já são comandadas pela Bracelpa, a associação brasileira do setor de papel e celulose. A ação, que terá duração de 18 meses, custará R$ 5 milhões e será bancada pelas fabricantes Klabin, Suzano, Papirus e Ibema. Juntas, essas empresas dominam mais de 80% do fornecimento de papel cartão no país.
Elas alegam fortes prejuízos com a expansão das importações de papel-cartão nos últimos anos. São dois os problemas: 1) A importação de papel fabricado por indústrias que não respeitam normas de sustentabilidade, criando uma espécie de "dumping"; e 2) desvio do chamado "papel imune", produto beneficiado com isenção fiscal no uso editorial. Parte desse produto, alega o setor, é desviado para uso comercial.
O setor diz que esses dois problemas permitem o ingresso de papel no Brasil com preços 38% inferiores aos nacionais. "Não há uma única indústria desse segmento que tenha uma margem dessa magnitude", afirma Antonio Claudio Salce, presidente da Papirus.
Os alvos são os asiáticos. "Essas empresas estão sendo expulsas da Europa e dos Estados Unidos. Quando exportamos, somos obrigados a apresentar nossas certificações reconhecidas no mundo. O que queremos é que para entrar no Brasil isso também seja observado", diz Edgard Avezum Júnior, diretor comercial da Klabin.
Para isso, a Aliança tentará mobilizar mais de 300 empresas no Brasil, todas consumidoras de papel-cartão. A ideia é levá-las a adotar certificação que possa referendar a custódia de papéis produzidos sob os princípios de sustentabilidade, portanto, sem preços artificiais.
Para isso, o grupo já escolheu a instituição certificadora: a FSC (Forest Stewardship Council), que tem uma representação no Brasil e é a mesma que certifica o setor papeleiro nacional. Além disso, a Aliança quer trazer as empresas para dentro do fórum.
Essa é mais uma forma, sutil e eficiente, de manter clientes vinculados aos produtores nacionais.
A avaliação da Aliança é que isso será suficiente para deter a invasão de papel com certificações não reconhecidas no mundo.
Se não for, o grupo não descarta o uso da guerra de informações, como a denúncia de empresas ou marcas que usam papel que consideram de origem suspeita. É parte de uma guerra comercial que está só começando.


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dunkindonuts Embalagem adanisco

Eles são redondos com um furo no meio. Podem ser cobertos de açúcar, chocolate, morango, mel ou até mesmo por ingredientes salgados. São perfeitos quando acompanhados de café. E se transformaram em um símbolo da cultura americana, presentes em diversos filmes (nos colos de policiais de tocaia) ou nos episódios dos Simpsons (vendo Homer babando toda vez que se aproxima da guloseima). Se os deliciosos donuts se tornaram conhecidos e apreciados no mundo todo devem muito dessa fama a rede DUNKIN’ DONUTS. Ela foi responsável por transformar essas suculentas rodelas adocicadas num prazer a qualquer hora, especialmente quando acompanhadas de um café.
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A história
Tudo começou em 1946 quando William Rosenberg, que com apenas US$ 5 mil, fundou a Industrial Luncheon Services, uma empresa que entregava de caminhão lanches e cafés para funcionários das fábricas no subúrbio da cidade de Boston. Entre as guloseimas estavam os deliciosos donuts (uma espécie de rosquinha recheada com creme e massa bem fofinha), que devido ao enorme sucesso fizeram com que o horário do lanche das indústrias na região da Nova Inglaterra passasse a ser ajustado ao seu itinerário. Para facilitar o consumo, o produto vinha envolto no açúcar e o café simples, sem açúcar, era servido em uma xícara grande, chamada de mug. Todos os clientes mergulhavam o apetitoso doce no café antes de saboreá-lo (mergulhar, em inglês é to dunk... Dunkin’... dunkin’... dunkin’ donuts). Os clientes satisfeitos insistiram para que ele abrisse uma loja para comercialização do produto. Todo esse enorme sucesso e pedidos insistentes de seus consumidores levou à abertura da primeira loja, chamada inicialmente de Open Kettle, no ano de 1948, na cidade de Quincy, estado de Massachusetts. Somente em 1950 a loja adotou o nome DUNKIN’ DONUTS, onde os Donuts eram vendidos a cinco centavos de dólar e o café a dez centavos. O sucesso foi tamanho, que quatro anos depois já existiam cinco lojas espalhadas pela região.
- - Em 1955 era aberta a primeira franquia da marca na cidade de Worcester, localizada também no estado de Massachusetts. A primeira loja da rede no exterior foi inaugurada em 1961 no Canadá, na cidade de Quebec. Dois anos depois já eram 100 lojas abertas. O enorme crescimento da marca levou a criação da DDU (Dunkin Donuts University), inaugurada oficialmente em 1966, que tinha como objetivo ensinar, treinar e padronizar futuros funcionários e franqueados da empresa. A década de 70 começou com a inauguração de uma loja no Japão, o primeiro DUNKIN’ DONUTS fora da América. No final desta década, em 1979, foi inaugurada a loja de número mil da rede, que nesta época crescia em um ritmo alucinante, espalhando as deliciosas rosquinhas redondas açucaradas pelo mundo afora.
- - Os anos 80 começam com a inauguração da maior loja da rede na cidade de Bangkok na Tailândia, que tinha capacidade para 130 mesas. Quando chegou ao Brasil, em 1983, a marca americana não só atraiu o consumidor que conhecia o produto através de viagens ao exterior ou graças a personagens de televisão, como uniu curiosos em filas quilométricas para saborear os deliciosos donuts. Foram 22 anos de sucesso do tradicional doce americano no Brasil, até que os sócios brasileiros perceberam a necessidade de adaptar a franquia ao gosto brasileiro para garantir a permanência no mercado. A solução encontrada foi romper o contrato de master franquia, em 2006, e criar outra rede: a Café Donuts (que não possui nenhuma ligação com a marca americana). - - - - -
A década de 90 começou com a aquisição do DUNKIN’ DONUTS pela empresa inglesa Allied Domecq e a inauguração da loja de número 2.000 dentro dos Estados Unidos, assumindo o posto de maior vendedor de donuts do mundo. Em 1999 a rede comemorou a incrível marca de 8 bilhões de xícaras de café vendidas desde sua inauguração. Pouco depois, no ano de 2000, a rede comemorou a inauguração de sua loja de número cinco mil em Bali na Indonésia. Em 2005, a empresa criou o “Culinary Dream Team”, uma equipe formada por aclamados chefs de cozinha liderada por Stan Frankenthaler, que tinha como objetivo criar e desenvolver novos itens deliciosos para seu cardápio. No ano seguinte, como estratégia de marketing, assinou contrato com a companhia aérea JetBlue para servir seus cafés dentro do aviões da empresa. Em 2007 a marca inovou mais uma vez ao inaugurar sua primeira unidade dentro de um parque temático, localizada na entrada do Hersheypark, localizado na cidade de Hershey, estado da Pensilvânia, além de um quiosque interno.
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Hoje em dia 52 variedades de donuts estão disponíveis nas lojas da rede. Os sabores mais vendidos incluem Boston Kreme (recheio de baunilha e cobertura de chocolate), Glazed (com cobertura de açúcar), Chocolate Glazed (com cobertura de chocolate), Jelly (recheio de geléia), Chocolate Frosted (coberto com chocolate e granulados) e Old Fashioned (praticamente o donut original)
- - - A linha do tempo 1972 Introdução do Munchkins, uma bolinha de massa feita com o miolo do donut.
1978
Introdução do Muffin, uma espécie de bolinho assado. Atualmente existem inúmeras coberturas para acompanhá-lo, como mel, chocolate, café, entre outras iguarias apetitosas. A versão com gordura reduzida seria lançada somente em 1995. 1995 Introdução dos cafés com sabores de avelã (Hazelnut) e baunilha (French Vanilla).
Lançamento do Donuts Lowfat, uma versão do delicioso doce com baixa caloria e gordura.
1996
Introdução da linha de Bagels, pães redondos assados de massa grossa cobertos de alho, cebola, trigo, canela, entre outros ingredientes. Atualmente a rede vende 285 milhões de Bagels por ano.
1997
Introdução de uma linha de sanduíches para o café da manhã.
1998
Lançamento da revolucionária bebida gelada a base de café chamada Coffee Coolatta, um enorme sucesso que vendeu mais de 8 milhões de copos.
2000
Introdução do Omwich, uma omelete para ser consumido igual a sanduíche.
O chocolate quente e o Dunkaccino, uma bebida quente e cremosa feita de chocolate e café disponível nos sabores Original, French Vanilla (baunilha), Kahlua e Hazelnut, são introduzidos no cardápio da rede.
2001
Lançamento da Vanilla Chai, uma bebida com combinação cremosa de chá, baunilha, mel e temperos.
2002
Lançamento de uma nova e revolucionária linha de cafés expresso, café latte (café com leite) e capuccinos. 2006 Introdução em seu cardápio de uma linha de smoothies, deliciosas misturas de sucos de frutas, iogurtes, sorvetes e muitos outros ingredientes.
2007
Primeira rede do segmento a introduzir em seu cardápio donuts com 0 gramas de gordura trans.
Lançamento de sua linha de café torrados em práticas embalagens em supermercados e lojas de conveniência. 2008 Lançamento do DDSMART, um cardápio com opções saudáveis. Os novos itens possuem redução de 25% em calorias, gorduras, gorduras trans, açúcar e sódio.
Lançamento de uma linha de sanduíches assados, pizzas individuais e bolinhos crocantes de batata (hash browns) em seu cardápio.
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- - Campanhas que fizeram história Somente em 1978 a marca DUNKIN’ DONUTS estreou seu primeiro comercial de televisão. Era apenas o começo de uma comunicação inteligente e criativa. Em 1982 foi lançada a famosa campanha publicitária “It’s Worth the Trip” estrelada pelo personagem Fred The Baker (O padeiro Fred), interpretado pelo ator Michael Vale. O personagem ficou imortalizado pela frase, que acabou virando um dos slogans mais conhecidos da marca: “Time to make the donuts” (em tradução livre “Hora de fazer os donuts”). Depois de 15 anos e muitos comerciais, em 1997 o personagem saiu de cena para se tornar diplomata e divulgador da marca pelo mundo. A saída do protagonista Michael Vale só foi aceita pelo público com a condição de que ele fosse tratado como amigo honrado e funcionário, originando uma série de eventos comemorativos, como uma parada realizada na cidade de Boston e a distribuição gratuita de donuts em 22 de setembro de 1997. Em 24 de dezembro de 2005 o ator faleceu devido a complicações decorrente de uma diabete na cidade de Nova York.
- - A evolução visual
Em 2001 a marca lançou sua nova identidade visual, a primeira nos últimos 20 anos, incorporando de vez o copo de café ao logotipo. Essa introdução refletia a forte crença da marca entre a relação harmoniosa do café com os deliciosos donuts. Era a terceira vez em toda a história que o café e seus elementos estavam presentes no logotipo da marca. A nova mudança visual começou pelas cidades de Boston, Chicago, Providence e algumas regiões da Flórida e Nova York.
- - Os slogans Sounds Good, Tastes Even Better. (1950)
Only at Dunkin’ Donuts. (1950)
America’s Dunkin’. (1973)
Always Dunkin’. (1976)
You’re Dunkin’. (1980)
Time To Make The Donuts. (1982)
Freshly Ground. Freshly Brewed. (2000)
Loosen Up A Little.
(2001)
Just the thing. (2002)
America Runs on Dunkin’. (2006)
You ‘Kin Do It! (2009, alternativo)
I’m drinkin’ Dunkin. (2011)

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- Dados corporativos ● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 1950
● Fundador: William Rosenberg
● Sede mundial: Canton, Massachusetts ● Proprietário da marca: Dunkin' Brands, Inc. ● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman: Jon Luther
● CEO & Presidente: Nigel Travis
● Faturamento: US$ 6 bilhões (2010)
● Lucro: Não divulgado ● Lojas: 9.700 ● Clientes: 3 milhões diariamente ● Presença global: 31 países ● Presença no Brasil: Não ● Maiores mercados: Estados Unidos, Filipinas, Indonésia, Coréia do Sul, e Tailândia ● Funcionários: 130.000 ● Segmento: Cafeterias
● Principais produtos: Cafés e derivados, donuts, muffins e cookies ● Ícones: O personagem "Fred The Baker"
● Slogan: I’m drinkin’ Dunkin. ● Website: http://www.dunkindonuts.com/
- A marca no mundo A rede conta com mais de 9.700 unidades espalhadas por 31 países. Quase 7.000 lojas estão localizadas em 35 estados americanos. Em um dia típico a DUNKIN’ DONUTS vende mais de 30 xícaras de café por segundo (aproximadamente 1 bilhão por ano). Além disso, todos os dias mais de 2.5 milhões de donuts são vendidos para aproximadamente 3 milhões de consumidores. Atualmente a DUNKIN’ DONUTS é a maior rede de cafés e donuts do mundo faturando US$ 6 bilhões.
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Você sabia?
As rosquinhas (“donuts” em inglês) foram criadas no século XVI por padeiros holandeses, mas ainda não tinham o tradicional furo no meio. Isso só apareceu em 1847, criado pelo marinheiro americano Hanson Crockett Gregory. Essa criação valeu a ele uma placa de bronze em sua cidade natal, Rockport no estado do Maine.
- - As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). -
Última atualização em 21/2/2011